Pessoas introvertidas e extrovertidas na dança das cadeiras

Uns com mais conhecimento em algumas áreas outros com menos, uns mais quietos, outros mais comunicativos, com essas qualificações qual o critério correto para se avaliar o mais apto a determinadas função?



Pessoas introvertidas e extrovertidas na dança das cadeiras

account_circle Por : schedule

Dentro do mundo do empreendedorismo muito se fala nos tipos de perfis que queremos dentro de nossas empresas, mas pouco se fala sobre o aspecto de como avaliar a meritocracia ou até mesmo a ascensão profissional no âmbito do perfil comportamental.

Em nossa relação com colegas de trabalho, amigos, clientes ou até mesmo fornecedores sempre identificamos e usamos 2 tipos de perfis para definir estas pessoas:

1 — O introvertido: Geralmente trabalha em cargos mais técnicos, apresenta certa dificuldade em tomar a palavra em reuniões, costuma falar baixo (atitude que pode afetar sua autoridade em reuniões mais intensas e calorosas), dificilmente seus gestores conseguem estimar ao certo a flexibilidade deste profissional em outras áreas da empresa, pois detém um grande conhecimento e encontra dificuldades na hora de obter uma ascensão profissional pois torna-se um profissional indispensável para que determinada área funcione.

2 — O extrovertido: Sempre mais aberto, receptivo e afável. Muitas das vezes detém um conhecimento limitado, porém sabe usar o poder das palavras e consegue expor opiniões mesmo sem deter um conhecimento profundo sobre o tema. Certas vezes é considerado pouco modesto ou até mesmo ignorante, pelo fato de expor suas opiniões quando a mesma não é solicitada ou quando não detém qualquer conhecimento sobre o assunto e expõe sua opinião de forma a causar desconforto nos demais. Entretanto, este profissional tem a capacidade de conquistar a atenção das pessoas a curto prazo pois se mostram seguros de si, o que no mundo se mostra mais eficaz na hora de justificar um argumento, debater sobre uma crença e até mesmo influenciar pessoas.

Dentro destes 2 perfis comportamentais podemos notar que existe uma tendência profissional para ambos. Para o introvertido áreas mais técnicas, de execução, foco e comprometimento se mostram mais presentes pois estes profissionais desempenham com excelência nestes ambientes. Já para os extrovertidos vemos uma forte possibilidade de trabalhar em áreas com menos foco, mais comunicativas e de relacionamento com pessoas. Podemos exemplificar a área de vendas, representação e atendimento de nossas empresas que geralmente estão sendo dirigidas por pessoas que tem a capacidade de conquistar as pessoas e também a flexibilidade ( jogo de cintura ) para lidar com determinadas situações.

Focando agora no ambiente profissional é possível notar que teremos estes 2 perfis dentro de nossas empresas e ambos se fazem muito necessários para que os objetivos sejam atingidos. A cerca deste cenário podemos enfrentar um outro desafio: o de valorizar, reter e engajar estes profissionais nos lugares certos da organização.

Para isso devemos refletir sobre alguns aspectos, a área de vendas por exemplo trás o retorno financeiro mas sem uma área técnica nossos clientes não são atendidos com um produto de qualidade e de constante melhoria.

Se faz necessário também refletir quanto aos aspectos organizacionais, cargos de maior prestígio e valor geralmente estão ligados a capacidade de se comunicar e expor dados de forma mais clara. Porém, não podemos esquecer de valorizar aquele profissional que mesmo ficando fechado em uma sala, estudando, focado, trazendo soluções, dando vida e qualidade ao produto, deve ser incentivado de alguma forma a alcançar cargos de gestão, este processo ajudaria na ação de “next generation” da empresa. Este profissional passaria a ter a cultura de dividir suas tarefas e conhecimentos para que outra pessoa possa executar com a mesma excelência do seu criador, perdendo assim a dependência e também estagnação na carreira deste profissional.

Em ambientes profissionais com a diversidade de cargos e também a necessidade cada vez maior de profissionais mais flexíveis ou multi-tarefas. O que tem feito para que seu “job rotation” aconteça de forma natural e não crie maiores impactos entre os diversos setores da empresa ?

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Pelo título pode parecer que vamos falar sobre as espionagens em uma empresa, mas na verdade vamos tratar de um outro assunto que também é abordado no programa big brother que é a competitividade ou a competição entre funcionários.

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Uns com mais conhecimento em algumas áreas outros com menos, uns mais quietos, outros mais comunicativos, com essas qualificações qual o critério correto para se avaliar o mais apto a determinadas função?

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